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terça-feira, 30 de junho de 2009

revisão constitucional

No dia 01 de Junho de 2009, dá a estampa em manchetes noticiosos a notícia de que o "O Presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde Aristides Lima vai proferir uma palestra sobre a Revisão Constitucional de Cabo Verde no Lesley College em Cambridge Massachusetts... vai ainda visitar as comunidades na Flórida e Connecticut e estão previstas várias visitas a centros de interesse social e político, a instituições de ensino e encontros com estudantes e docentes, bem como com homens de negócios e a comunidade em geral..."http://news.caboverdeonline.com/news-and-articles/305:

Der repente, no dia 26 de Junho, "O representante do PAICV na Comissão Eventual de Revisão Constitucional do Parlamento cabo-verdiano anunciou quinta-feira a suspensão das negociações em torno da Revisão Constitucional devido a divergências entre os dois maiores partidos de Cabo Verde..." (http://www.portalangop.co.ao/motix/fr_fr/noticias/africa/Divergencias-entre-PAICV-MpD-levam-suspensao-dos-trabalhos-Revisao-Constitucional,25b86387-9b06-4c62-aed4-d2aac628d2cd.html)

Hoje, as questões que me fustigam, são, O que é a Constituição da República? e os Deputados, o que são? e os Partidos, para que servem? Outras, procuro eu entender, como, Será que temos que nos concordar em tudo? será que não pode haver divergências? será que quando estas aparecem devemos mandar tudo para o ar? será que nas divergências entre partidos (o que pode significar também entendimentos diferentes entre cidadãos) não se pode repassar ao povo para sua participação e decisão?... ou será tudo porque aquele não aceita a minha ideia, então por isso, não aceito a sua também... e porque eu isto e tu aquilo...

...enfim, birras? procura e defesa de protagonismos?... ajudem-me a perceber.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

CIDADE VELHA
...mais do que merecido, é um património mundial da humanidade, de facto.

CABO VERDE, é um orgulho!







quarta-feira, 24 de junho de 2009

Socorro... sms broadcast

Detalhes da mensagem de: +238911.... assunto: Jazz Live... data: 18-06-2009 hora: 21:58 tipo: SMS texto: Jazz Live hoje no ... com ... e ... as 22h30

Detalhes da mensagem de: SISP assunto: Para melhoria... data: 22-06-2009 hora: 14:01 tipo: SMS texto: Para melhoria do seu serviço, a RedeVinti4 ... Contamos com a sua compreensão... Obrigado.

Detalhes da mensagem de: CVMOVEL assunto: Fala gratis d... data: 15-06-2009 hora: 18:01 tipo: SMS texto: Fala gratis durante 24h... basta aderir diariamente... por apenas 50esc...

.......

Por acaso até podia estar a procura de lazer e divertimento. Se calhar veio mesmo a calhar. Obrigado. Caramba, já estava a dormir... Ainda bem que me informarão, estava mesmo a pensar ir a caixa Vinti4 às 2h da manhã. Porreiros. Obrigado... Que empresa atenciosa. Até me mostra como falar grátis. São só 50esc. nothing...

será que assinei algo, aceitando, sms broadcast? não me lembro.

socorro!

para todos os PSS do mundo

“a vida é como uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos."
Bernard Shaw

publicado, Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
por:Emílio Fernandes Rodrigues

Podia falar dos problemas de Cabo Verde, como por exemplo: o saneamento básico, se atendermos ao facto da percentagem de rede de esgotos, por exemplo, ainda ser insuficiente, e a do lixo ser enorme, sobretudo em Santiago; ou então do proliferar de viaturas e mansões sem obrigatoriedade de apresentação de justificativos de proveniência do dinheiro; já para não cair na banalidade da crítica a Electra que não consegue ter um plano técnico, financeiro e comercial para cerca de 250 mil pessoas, ou melhor cerca de uma centena de milhar de habitações, o que comparado com uma cidade africana, que não queremos ser, como Dakar (mais de 2 milhões de pessoas), por exemplo, representa a grande quantia de 12% da sua rede de abastecimento; podia ainda ser apenas mais um idiota na crítica a TACV, ao Governo, a Oposição, aos Partidos Políticos na globalidade, aos ditos sistemas e subsistemas as quais nunca percebi se quer o que são, permitam-me tal ignorância; podia dizer da Alfandega, aquela, uma das mais democráticas do mundo, que enriquece o Estado mas também bondosa ao ponto de não esquecer alguns dos seus fiscais e outros colaboradores, que mesmo assim nem se inquietam que em pleno 2008 nem um computador exista no caixa; podia pois elencar mais uma centena de problemas, deficiências, incapacidades e incompetências, se é que são esses os nomes. Mas não, não o farei, nem hoje, nem nunca. Sempre que vier criticar, darei soluções. Ouça quem quiser, use-a quem quiser.

2009 deve ser um ano de valorização e reconhecimento. Temos que começar a reconhecer, a elogiar, a motivar, todos os que são competentes, dedicados e produtivos. Temos que ter coragem de não cair no ridículo de uma postura fundamentalista negativa, sem perder a sobriedade, a independência, a democracia da crítica, da sugestão do melhoramento progressivo e evolutivo. Temos que aceitar os pequenos feitos, os pequenos gestos, as pequenas obras, as ínfimas bondades, os mínimos realizados tendentes a evolução e desenvolvimento da parte e do todo nacional.

Ser corajoso, mostrar que sou isento, descomprometido, independente e democrata, não significa ter lança única, direcção contínua, e complexo permanente. Coragem, valentia, audácia, arrojo, bravura é bater palmas a quem merece, reconhecer o mérito, fazer vénia com orgulho do produto resultante do outro, sem complexo nem amarguras no canto da boca, ou do coração, por não ser meu, o feito.

Permita-me apelar ao sentimento nacionalista que há em nós cabo-verdeanos. Esta terra não deve ser só defendida e recomendada quando falamos com estranhos ou estrangeiros. Devemos perder a demagogia, a hipocrisia, a representação falsa dos sorrisos a tudo e a todos na sua face e o enrugar da testa e dizer mal na ausência. É tempo de ganharmos maturidade séria, rigor tácito, intolerância descomplexada face aos erros assim como o reconhecimento público e verdadeiro aos que realmente são capazes e deixam legado claro e inequívoco.

Que em 2009, sem qualquer, nenhuma, pretensão demagógica ou pseudo-intelectual, nos arrepiemos, nos tocamos, nos consciencializemos, choremo-nos, riamo-nos, ponhamos os cinco sentidos em sentinela e accionemos reacção aos mesmos sem prisão à memória.

ou diferente, que não o mero reconhecimento das capacidades instaladas no país, nomeadamente, aqueles que têm contribuído para o desenvolvimento e progresso de Cabo Verde.

Veríssimo Noé Monteiro Pinto. Chamaram-lhe miúdo, despreparado e tudo mais que alguém sentiu e disse na altura. Obrigado João Serra, pela confiança e visão, ganhou Cabo Verde com isso. Cotou dois bancos, BCA e CAIXA, cotou a Tabaqueira e a Petrolífera nacionais em processos de privatizações, cotou e colocou no mercado Obrigações de um grande grupo nacional como é a Tecnicil, cotou obrigações de um terceiro banco nacional, o Interatlântico, realizou a maior operação financeira da história do país, em conjunto com o BCA, como é a reestruturação da dívida da Electra, formou a massa crítica financeira nacional, enfim, entre vários outros ganhos que o país começou a ter com a vigorosidade, tenacidade, dedicação, espírito de sacrifício, e competências desde jovem que orgulha e motiva outros nesta caminhada. Obrigado Veríssimo.

Carlitos Fortes, competência, dedicação e honestidade. Conduziu os destinos da Moave de forma exemplar. Quantas outras unidades de produção não tivemos nós, e que faliram sem razões, justificações nem responsabilização? É um exemplo nacional de Gestor. Mobilizou-se na operação do empresariado nacional na batalha do ganho da condução dos destinos da Sociedade Cabo-verdiana de Tabacos, disponibilizou-se para ajudar a Electra, melhor ainda, retirou-se com hombridade quando viu que não tinha como ser uma mais valia a esta instituição, na medida que tinha outras responsabilidades nas mãos. A isto chama-se maturidade discernimento e postura. Alguém já se lembrou de o premiar? Se não, fica aqui a deixa. Já agora, boa sorte ENACOL.

Maurício de Carvalho, estrangeiro de Portugal, mas hoje, cabo-verdeano de morada, homem dito difícil, pela simples razão de ter um carácter e uma personalidade vincada. Dono absoluto da maior Montra Nacional jamais feita: Nha Terra Nha Cretcheu e Top Crioulo. Alguém já parou para dizer obrigado a este Senhor? Não peço uma medalha, pois este é feito de metal e o país tem as suas dificuldades, mas, umas palavras e acho que o Senhor já ficaria contente, já que deixou as mordomias e gentilezas de Cascais pela beleza do cru cabo-verdeano.

Podia aqui explanar uma centena de personalidades que motivam e cativam muitos de nós, cujos seus trabalhos são inequívocos quanto ao ganho e ao benefício à nação, sobretudo jovens, capazes e audazes que abundam neste país: Abraão Vicente, pela bravura de sua personalidade e sentido criativo; Edson Medina, pela sua capacidade e firmeza de suas convicções, Milton Paiva pela maturidade precoce que sempre o caracterizou, Lenine Lima, pela inteligência e serenidade que ostenta, entre centenas de outros tantos outros jovens de igual mérito e destaque.

É motivante conviver de tão perto com tantas capacidade e competências instaladas. Por isso, apelo ao tempo da valorização da competência, dos que trabalham, dos que produzem, dos que constroem, dos que descomplexadamente, sem hipocrisia, sem nacional porreirísmos ridículo (como diria Edson Medina), sem falsidade e sem medo de meter o dedo na ferida que mais dói, usam da palavra, dos actos e do seu comportamento para serem agentes de produção activa e positiva à nação cabo-verdena.

Que nenhuma menção aqui seja compreendida como algo acabado, este texto têm a pretensão simples de dizer, olhemos para o lado, recusemos impiedosamente os medíocres e reconheçamos e valorizemos sem complexos os capazes e audazes. Que as não menções sejam entendidas como subentendidas.

Os críticos, como alguém já disse, ficam na história sempre como os críticos, só os que realmente produzem escrevem o seu nome próprio. Bernard Show disse um dia que: “a vida é como uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos."

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Depósito à Prazo!? Acção!? ou Obrigação!?

quem ganha ?!


Em Maio de 2007, publiquei num jornal um artigo sobre o título: Depósito à Prazo!? Acção!? ou Obrigação!?. Na altura, o objectivo foi esclarecer a opinião pública das diferenças entre esses tipos de investimentos possíveis.

Hoje, dois anos depois, pelos inquéritos e pedido de ajuda a que tenho sido confrontado, penso que vale a pena publicar o seguinte:



Depósito a Prazo
Conta em moeda nacional ou estrangeira;
Por prazo estabelecido;
Com remuneração garantida;
Possibilidade de reforços programados ou eventuais;
Pode escolher o prazo que melhor se adequa às suas necessidades: normalmente entre 31 dias a um ano renovável;
Possibilidade de capitalização de juros;
Acesso facilitado ao crédito;

Obrigação
Título de dívida;
É um empréstimo, na sua verdadeira acepção do termo;
Entidade emitente paga ao obrigacionista um rendimento periódico (o juro);
Reembolsa o capital, nos termos da ficha técnica;
Compromete-se a pagar o valor nominal do empréstimo mais os juros acordados;
O obrigacionista é um credor dessa empresa;
Em caso de falência e liquidação dos bens da empresa, os obrigacionistas têm um privilégio são reembolsados prioritariamente;
Credores podem ser simultaneamente investidores comuns, institucionais, empresas, Estado etc.

Acção
Título de propriedade;
Representa parcelas do capital de uma empresa;
Pode ser comprado e vendido de forma separada;
Dá direito de voto;
Um accionista é um co-proprietário da empresa;
Direito aos lucros do exercício ou dividendos;
O direito de ser informado sobre a sociedade;
Direito de preferência na subscrição de novas acções;
Não asseguram contratualmente o montante dos dividendos ou dos retornos;

sexta-feira, 19 de junho de 2009

UNIVERSIDADE PIAGET

Ao Piaget, Reitor Jorge Sousa Brito, Mestre Luís Filipe, Dr.ª Ana Paula Lima e demais colaboradores da Universidade, o meu muito obrigado pela oportunidade de apresentação pública deste conceito estratégico.





terça-feira, 16 de junho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Blogjoint: A participação do cidadão na vida pública e o dever de votar

A consciencialização do poder e da soberania pelo POVO é sem dúvida a matéria que o permitirá a si próprio a defesa dos interesses comuns.

Constituição
Artigo 3º
(Soberania e constitucionalidade)
1. A soberania pertence ao povo, que a exerce pelas formas e nos termos previstos na Constituição.

Contudo, não obstante ao supra, a imersão nos interesses privado e a promiscuidade do homem o tem vendido ao desbarato ou o tem abstido de participar activamente naquilo que é o seu maior poder, o voto.

Defendo o voto, sempre, num ou noutro, candidato ou estratégia, ou mesmo em Branco.

Sigam o debate com estes jointers:

* Ku frontalidadi
* Teatrakacia
* Cafe Margoso
* geração20j73
* Blog di Nhu Naxu
* Tempo de lobos
* Passageiro em trânsito
* Pedrabika
* O jornal da hiena
* Nos blogue
* Amilcar Tavares
* Bianda

sábado, 13 de junho de 2009

Parlamento europeu foi a votos

"Hoje, pura e simplesmente, os europeus puniram os partidos que estão no poder, pela agitação económica e pela crise que enfrentam no seu quotidiano."
in: http://www.amilcartavares.com/2009/06/07/parlamento-europeu-foi-a-votos/

Para todos aqueles que não vão as urnas, seja porque motivo for, recomendo a leitura do Ensaio sobre a Lucidez, como forma de ponderar o peso do voto em branco, a diferença entre o abster-se de votar e o votar em branco...

recomendo...

"Num país indeterminado decorre, com toda a normalidade, um processo eleitoral. No final do dia, contados os votos, verifica-se que na capital cerca de 70% dos eleitores votaram branco. Repetidas as eleições no domingo seguinte, o número de votos brancos ultrapassa os 80%. Receoso e desconfiado, o governo, em vez de se interrogar sobre os motivos que terão os eleitores para votar branco, decide desencadear uma vasta operação policial para descobrir qual o foco infeccioso que está a minar a sua base política e eliminá-lo. E é assim que se desencadeia um processo de ruptura violenta entre o poder político e o povo, cujos interesses aquele deve supostamente servir e não afrontar."
http://html.editorial-caminho.pt

quarta-feira, 10 de junho de 2009

E HOJE ?


"...Conclui-se pois que a nível nacional, cerca de 69,9% da população do País não tem acesso a um serviço mínimo e adequado de evacuação dos excreta, recorrendo à natureza para a satisfação das suas necessidades fisiológicas;"

in: Diagnóstico do sector de água e saneamento em Cabo Verde
coordenado por: INGRH

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Cabo Verde, para onde vamos?

O que queremos que o nosso pais seja daqui a 20/30 anos?
Quais os sectores de actividades que queremos ver desenvolvidos?
Quais as competências que pretendemos ver nos nossos cidadãos?
Quais os valores culturais que queremos ver preservados?
Que sistema educativo deveremos apostar para os nossos jovens?