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segunda-feira, 12 de julho de 2010

(...) último Post

Afinal a vida é mesmo assim, lamentavelmente, suspendo o meu Blog e deixo de publicar por quanto tempo, nem eu sei ao certo... todavia, todas as publicações ficam cá para todos os que quiserem aceder... Obrigado a todos, bem haja!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

(...)

...) decidi não mais falar sobre o Logo e ou a Marca Cabo Verde, na blogosfera. Acho que já fui claro sobre o que pretendo. Por respeito e dignidade que acho que todos merecemos, desde o Autor Rafael Fernandes, às Entidades envolvidas, assim como Eu, Tu e outros, anónimos ou não, penso que já chega. Obrigado, a todos por suas opiniões, questões, pertinentes ou não, correctas ou incorrectas.

Bem haja!

Homofobia

homofóbico (homofobia + -ico) adj. 1. Que é relativo a ou revela homofobia. s. m. 2. Pessoa que revela atitudes ou actos de homofobia. A homofobia (homo=igual, fobia=do Grego φόβος "medo"), é um termo utilizado para identificar o ódio, a aversão ou discriminação de uma pessoa contra homossexuais e, consequentemente, contra a homossexualidade, e que pode incluir formas subtis, silenciosas e insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.

Senhora CATARINA PININA escreveu no BLOG café margoso de que a petição é homofóbica. Primeiro chamo-lhe a atenção: A Senhora não me conhece de lado nenhum para saber das minhas fobias, desagrados, discriminações e complexos. Por acaso, posso ser homossexual e escrever exactamente o que escrevi na petição. Isto é, falei de que um Logo deve evitar todas as conotações e denotações desnecessárias com relação ao seu propósito, independentemente de ser bandeira de “macho mens” ou de “homossexuais”. Segundo: Permita-me lhe esclarecer de que o complexo é algo bivalente. Posso ser complexado se tiver manifestações de desrespeito para com uma orientação sexual diferente da minha ou também posso ser complexado se fizer do assunto tabu, em que não se refere a uma orientação sexual para não denunciar algo contra ou a favor. Ou pelo menos evitar qualquer tipo de confusões. Minha Senhora, tenho amigos com todo o tipo de orientação sexual que pode imaginar. Sou um Homem que para além de não ter complexos face a nenhuma orientação sexual, também não tenho complexo em identificar nada referente a qualquer um deles. A questão é que existe uma Bandeira cujas cores são iguais ou denotam outras. Independentemente do que forem essas bandeiras, identificá-las em nada mostra homofobia ou outra qualquer fobia.

O SALIM, pessoa que conheço pessoalmente e respeito imenso pelo carácter que aparenta e qualidade técnica do seu trabalho, disse nos seus comentários do BLOG criado pelo autor do logo, de que eu falei em Plágios e de que a petição faz ligação ao turismo gay, por isso discorda. Muito bem, é legítimas as suas posições e discordâncias. A minha escrita na petição é clara e frontal: denota possibilidades de plágio. Cada um vê as coisas pelo anglo que lhe couber e têm daí suas posições. As minhas tenho procurado que sejam claras e precisas sobre o que penso.

Meus senhores, por favor, não lêem mais do que está escrito, não tirem conclusões se não conhecem as pessoas.

Marca Cabo Verde

Sei que muitos dos que têm se dirigido a mim e falado ao meu respeito não me conhecem. Não tenho intenções em falar de mim para ninguém, mas, neste capitulo específico de MARCA PAÍS, no caso CABO VERDE, permitam-me esclarecer-vos de que estudo, publico e professo palestras a anos sobre esta matéria. Arisco a dizer que mesmo em Portugal tenha feito parte dos pioneiros a trabalhar este tema. Em CABO VERDE, garanto de que não há ninguém, repito com toda frontalidade: ninguém, que tenha começado a abordar este tema, publicamente, antes de mim. Não conheço publicações nem outras acções anteriores às minhas. Se alguém me as apresentar, retiro esta afirmação. Agora, Eu, Emílio Fernandes Rodrigues, Marketeer de Formação Superior, desde 2002 que venho publicando e falando em palestras sobre este tema. Portanto já lá vão 8 anos.

2 de Abril 2002 - no INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS Portugal: MARCA-PAÍS ABORDAGEM SISTEMATIZADA PARA O REFORÇO DA IDENTIDADE DOS PAÍSES DA CPLP. Apresentação construída e orquestrada em Conjunto com o Mestre Duarte Xara-Brasil (Professor de Marketing e Gestão Estratégica no Instituto Politécnico de Setúbal) no 1.º CONGRESSO INTERNACIONAL LUSOFONIA Identidades e Culturas Nacionais;

5 de Junho 2003 - Publicação na Revista ITINERÁRIOS do CENTRO DE ESTUDOS SUPERIOR - EDUCAÇÃO E SOCIEDADE - CESUPE da mesma Escola;

26 de Abril 2007 - na UNIVERSIDADE PIAGET, na Praia, CABO VERDE. Também com o Mestre Duarte Xara-Brasil, apresentamos: A Marca-País: o caso Cabo Verde;

18 Outubro 2007 - no Jornal Asemana online: http://asemana.sapo.cv/spip.php?article26888# escrevi: Marca Cabo Verde - Desenvolvimento e Competitividade Nacional;

Desde 2008 - que publico no meu Blog sobre esta matéria de criação de Marca Cabo Verde;

Agosto 2009 a Agosto 2010- fui DIRECTOR DO GABINETE DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM DO GOVERNO DE CABO VERDE (contracto de Gestão rescindido por minha iniciativa pessoal, pois, o interesse do Governo era que continuasse), tendo deixando dentro Planos de Criação de MARCA CABO VERDE e outros, apresentado por mim próprio a todos os Membros do Governo, em Conselho de Ministro e ainda em particular ao então Ministério da Economia.

Não precisava dizer tudo isto, eu sei, mas, serve este Post apenas para dizer que não publico mais comentários anónimos que não sejam pertinentes e com os quais se possa aprender alguma coisa. Sim porque não quero ser o dono da verdade, mas sim confrontar com outras opiniões, aprender e evoluir como profissional.

BEM HAJA!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Brand & branding

O ser Humano é engraçado. Sonhamos de pequenos com algo. Ensinam-nos desde a pré-primária que cada um deve escolher uma profissão. Fazemos as nossas escolhas e decidimos, ou outras vezes é a vida que nos obriga a seguir determinado caminho.

Uma vez uma psicóloga disse-me que o problema das escolhas não é o que escolhemos mas sim o que não escolhemos por termos escolhido outras. Ela está certa. Todavia a melhor forma de lidar com frustrações é a aceitação da realidade. Por isso, ninguém lança concurso publico para solucionar um problema médico, pois se lhe reconhece a especialidade aos que estudaram e continuam a estudar a medicina e ciência, como os capazes. Isto porque se não for assim, alguém pode até chegara cura de algo, mas poderá ser que está cura de algo possa matar por outra razão.

Para dizer que eu não percebo nada nem de Medicina nem de Engenharia nem de uma série de outras áreas. Todavia de Marcas e Marketing percebo e não tenho qualquer complexo nem falsa modéstia de em dizer que sou qualificado no que escolhi e continuo escolhendo para mim.

Check out this SlideShare Presentation:

logótipo MARCA CABO VERDE

ESCLARECIMENTOS QUE SE IMPÕEM:

Primeiro: não faço parte nem nunca fiz parte de nenhum concurso semelhante.
Segundo: nunca, em momento algum dos meus posts falei do Autor nem da Direcção Geral do Turismo.
Terceiro: critiquei e continuo a criticar sim o Logótipo apresentado, independentemente de autor, dono, processo e qualquer outra questão acessória.

Por último, sou profissional suficiente, com experiência nacional e internacional, para dizer que, na minha opinião, o Logo criado para a Marca Cabo Verde não cumpre a máxima de identificação e diferenciação, isto é, identificar a oferta turística caboverdeana de forma a diferenciá-lo da restante. Porque este Logo, apresenta um espectro de cores com utilização esgotada e em uso por mais de cinco países distintos (Andaluzia, México, Caribean, Taiwan e ainda pelo Algarve(Portugal)2010). Por outro lado, a sobreposição de limites geográfico é literalmente conceito e eixo de comunicação do Brasil enquanto destino Turístico, enquanto a sobreposição da escrita das letras não tem originalidade na medida é que é conceito da TAP e outras marcas internacionais. Não menos importante na construção de um logo é a sua dissociação e inibição de denotações ou conotações desnecessárias, o que este espectro visual, no meu entender claramente o têm.

Já recebi mensagens de ameaça, já recebi comentários me chamando nomes, e muitas outros deploráveis. Tudo isto por estar aqui a dar a minha opinião sobre algo público. Lamento se alguém se sente ofendido com os meus posts.

O meu post e comentário prende-se com o facto de que se CABO VERDE quiser diferenciar-se do mundo como uma oferta genuína e autêntica muito dificilmente se conseguirá com este logo. Mais, se o dispormos no conjunto dos logos referidos acima, ele não só perde força, diluindo-se nos demais, como ainda fica aquém da qualidade dos outros, que foram construídos respeitando os princípios e normativos gráficos.

Aos Anónimos do mundo, ganhem coragem, não sejam meras ratazanas na vida. Digam o que pensam frontalmente, pois, é na confrontação e discussão que o mundo nasce e renasce todos os dias. Quando se dirigem a mim, tenham sempre em mente a frase que ostento no meu Blog: “A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.” Bernard Shaw

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Petição por um Logo Marca único e genuíno

Por favor, encontrem no link uma petição pública, por um Logo Marca único e genuíno. Quem concordar, por favor assine-a:

http://www.petitiononline.com/mcv2010/petition.html

LOGO MARCA CABO VERDE

O único objectivo da criação de um logo é a representação física dos valores e atributos da marca. Esta representação física deverá ter em conta não só a dimensão endógena da marca como o contexto de sua actuação, por exemplo na diferenciação clara da concorrência assim como mitigação dos riscos de conotação e denotação possíveis dos seus espectros visuais. Por isso, quem estuda esta área tem que dominar cadeiras como Semiologia e Semiótica para que erros primários e fatais no futuro possam ser reduzidos ao mínimo possível. Se repararem no quadro abaixo, facilmente se vê de que a disposição das cores está esgotada. Por isso dificilmente este logo terá pujança e capacidade de diferenciação.

Por favor respeitem os profissionais da área.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

MARCA CABO VERDE

Na minha opinião, pessoal, enquanto profissional do Marketing, penso que o logo não é o mais acertado. Pois, a oferta Turística de Cabo verde tem uma vantagem natural que poucos destinos no mundo o podiam competir: a diversidade, natural e genuína de cada ilha. Neste sentido, qualquer construção de Marca só pode assumir dois caminhos possíveis: ou individualizados por cada região com espectro visual próprio e intrínseco a sua oferta e vantagem comparativa; ou a disposição em Umbrela: Marca Cabo Verde, sobre o qual se construiria as gamas e ofertas diferenciadas sobre um espectro de reconhecimento e identidade comum.

Deixo a título de curiosidade outros logos de regiões e destinos turísticos pelo mundo:






logotipo MARCA CABO VERDE


Um Marca, como o próprio nome esclarece, nasce para distinguir ou marcar uma criação ou propriedade. As referências mais antigas remontam à Grécia Antiga e à Idade Média, mas a sua afirmação dá-se no século XIX, depois da Primeira Revolução Industrial. Independentemente destas fases e suas importâncias, o que é certo é que esta necessidade de denominação de origem é maior com a intenção de capitalizar uma reputação de qualidade e promover a distinção dos imitadores.

Modéstia a parte, permitam-me dizer que entre nós Marketeer, teóricos e experts em Marca, é consensual que o desenvolvimento decisivo da marca como um fenómeno económico e sociológico universal só se produziu realmente com a Segunda Revolução Industrial, em meados do século XX. A produção em série e a macro-distribuição deram o impulso definitivo, criando novas regras. Por outro lado, a liberdade de actuação e concorrência instalada, levou a que oficinas fossem definitivamente substituídas pelas fábrica e a que a qualidade vingasse como uma premissa desejada e aceite por todos. A comunicação social e os mass media, assim como os transporte desenvolveram-se a larga escala, havendo especialização e verdadeiros boom's publicitários.

É perante tudo isto, que aos negócios, instituições e países, não restarão outras alternativas senão recorrerem a mecanismos que os identificassem e diferenciassem, de forma eficaz e duradoura. Tudo para que a sua oferta atraia e fidelize os seus consumidores.

Meus Senhores, a partir de aqui a Marca deixou de ser vista apenas como o símbolo visual ou gráfico de denominação de origem, para passar a ser todo um sistema que gira em redor do produto, dotado de complexidade científica, sociológica, económica e cultural.

Se a Direcção Geral do Turismo me permitir um conselho: rodeiem-se de profissionais qualificados, evitam demagogias sociais (concursos públicos abertos à sociedade), mobilizem a esfera pública e privado e definam o nosso prisma.

terça-feira, 29 de junho de 2010

ZEE

Este é o único Ranking em que Cabo Verde está dentro das 40 maiores do Mundo. Cabo Verde é o 36º país com maior ZEE no mundo.

ZEE

por um modelo de desenvolvimento único e sustentável

Cabo Verde, detêm pouco mais de 4 mil km² de território, mas conta com cerca de 800 mil km² de ZEE. O país, ainda, não explora convenientemente a sua actual ZEE nem do ponto de vista de exploração (recursos), gestão e muito menos controle da região. Estes, quer em matéria territorial, marítimo, pesqueiro, ambiental, económico, entre outros.

Um aumento da nossa ZEE para as 350 milhas náuticas permitiria ao país incrementar, categoricamente, o seu potencial no mundo. Os recursos que poderemos prospectar e explorar serão duplicados com esta extensão, aumentando exponencialmente a oportunidade de acesso às energias fósseis, minérios, recursos pesqueiros, de entre as mais variadas possibilidades que o elemento menos explorado do universo, o mar, possa oferecer.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Zona Económica Exclusiva

Na Cidade do Mindelo, de 21 a 23 de Junho de 2009, na Sala de Conferencia do Hotel Porto Grande, decorreu o segundo Atelier Sub-regional sobre os Limites Exteriores da Plataforma Continental para além das 200 milhas náuticas.

Tema este que abordei em tempos atrás, procurando explicar a pertência de um debate nacional em torno da ZEE. Cheguei ainda ao ponto de dizer que para mim esta é a Nova Guerra Fria, explicando o processo de Portugal, a título de exemplo e abrindo o debate para a nossa situação.

A informação pública é de que o Governo de Cabo Verde elaborou, em colaboração com o Governo do Reino da Noruega, dois projectos de Acordos de cooperação nessa meteria, a saber: "Acordo Quadro de Cooperação Sub-Regional entre Cabo Verde, Gâmbia, Guiné-Bissau, Guiné Conakry, Mauritânia e Senegal" e o "Acordo de Cooperação Técnica e Financeira entre esses seis países e o Reino da Noruega".

Assim, este evento elaborado é enquadrado na abordagem sub-regional que se adoptou, decorrente do primeiro encontro, na preparação dos projectos de Extensão da Plataforma continental entre seis Estados Africanos: Cabo Verde, Gâmbia, Guiné-Bissau, Guiné Conakry, Mauritânia e Senegal.

A questão me preocupa é a sensibilidade deste assunto e a pertinência, no meu entender em se criar um debate global antes de qualquer engajamento nacional sem consenso interno. Para mim a ZEE é a nossa única e natural plataforma de Desenvolvimento futuro. Aliás acabei de efectuar uma apresentação na Universidade Lusófona de Cabo Verde defendendo esta tese. Por isso, todo o cuidado é pouco em matéria de gestão deste processo em conjunto com outros. Temos condições e interesses maiores a defender individualmente.

Não sou contra, mas recomendo prudência e debate alargado, pois há cá no país quem pode discutir este tema com elevação.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Obrigado,


pela tua erudição, irreverência, sapiência, inteligência, indevoção. Obrigado pelo destemor, alforria, emancipação, liberdade, coragem. Neste mundo, onde a falsidade e a representação pobre, doentia e repugnante prolifera, tu me cultivaste a recusa cabal a submissão e diplomacia hipócrita como forma de confortar outros. Ensinaste-me a ser eu, hoje, amanhã e para sempre, e quiçá ainda depois.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

"sou a SANTA e a PROSTITUTA"

Fergie

joaoejeremias.wordpress.com

PROSTITUIÇÃO
"A lei de Cabo Verde não penaliza a prostituição. E pela proliferação de prostitutas operando tanto às escondidas quanto abertamente na Ilha do Sal, há mercado para esse tipo de negócio. Embora ela não se descreva como tal, a moça de minissaia e carteira de penas brancas que passa as horas seguintes entre as discotecas e os bares de Santa Maria, é uma prostituta à caça de clientes. “Meu trabalho? Eu trabalho num restaurante”, diz essa mulher de 29 anos, mãe de três filhos. Original da Ilha de São Vicente, ela prefere ser chamada de Carla. Depois de algumas cervejas bebidas com canudo, Carla se abre: “O negócio ficou melhor para nós, cabo-verdianas, porque a polícia recentemente se livrou de todas as nigerianas e senegalesas. Agora há menos competição.” Como Carla, muitos dos mais de 17 mil habitantes da Ilha do Sal emigraram de outras ilhas e da parte continental de África, atraídos pelo crescente turismo e pela construção ao redor de Santa Maria. Mas na chegada, a realidade se mostra mais dura do que o esperado e algumas entram na prostituição para sobreviver."


"As cabo-verdianas envolvidas na venda do sexo tendem a ser mais discretas sobre sua linha de trabalho que as estrangeiras. “Nós vemos mulheres da costa africana nas ruas, trabalhando como prostitutas. As cabo-verdianas vão às discotecas, restaurantes, e vivem com estrangeiros. É difícil distinguir se a relação é de prostituição ou não” Jorge Figueiredo Presidente da Câmara do Sal

“Encontras prostitutas tanto cabo-verdianas como estrangeiras nas ruas aqui, principalmente em Santa Maria. Mas como todas as pessoas daqui se conhecem, as prostitutas cabo-verdianas são geralmente muito mais discretas sobre o que fazem.” Sérgio Rodrigues, secretário do Comité Municipal de Luta Contra a Sida na Ilha do Sal

Wikipédia: "A prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afetivos ou prazer. Apesar de comumente a prostituição consistir numa relação de troca entre sexo e dinheiro, esta não é uma regra. Pode-se trocar relações sexuais por favorecimento profissional, por bens materiais (incluindo-se o dinheiro), por informação, etc. A prostituição é praticada mais comumente por mulheres, mas há um grande número de casos de prostituição masculina em diversos locais ao redor do mundo. A Organização Mundial do Turismo (OMT) (1995) define o turismo sexual como “viagens organizadas dentro do seio do sector turístico ou fora dele, utilizando no entanto as suas estruturas e redes, com a intenção primária de estabelecer contactos sexuais com os residentes do destino”. Ryan (2001) por sua vez, entende que se trata de um tipo de turismo onde “o motivo principal de pelo menos uma parte da viagem é o de se envolver em relações sexuais. Este envolvimento sexual é normalmente de natureza comercial“."


Sigam o debate com estes jointers:
* Ku frontalidadi
* Teatrakacia
* Cafe Margoso
* geração20j73
* Blog di Nhu Naxu
* Tempo de lobos
* Passageiro em trânsito
* Pedrabika
* O jornal da hiena
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* Bianda

terça-feira, 8 de junho de 2010

"minha senhora, eu sou apenas um passageiro igual a senhora!"

Esta foi a resposta que o Senhor Ministro MANUEL INOCÊNCIO SOUSA, Ministro das Infraestruturas, Transportes e Telecomunicações, CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DE CABO VERDE, deu à uma Senhora Emigrante Caboverdeana em Holanda, passageira do voo VR 6021, que lhe perguntou: Senhor Ministro que pensa de toda esta confusão?

domingo, 6 de junho de 2010

VR 6021


O VOO
O Voo VR 6021 deveria ser uma partida PRAIA/MINDELO/LISBOA, no dia 04 de Junho de 2010 às 15h20. Por isso, foi informado aos passageiros de que deveriam estar no aeroporto às 14h00 para check in. Assim sendo, rumo ao aeroporto às 14h00, a partir da Achada Santo António, chegando às 14h15 minutos. Depois do check in feito, o talão de embarque previa o embarque Às 14h50 minutos. Depois de um café, dirige-se a sala de embarque com todos os outros passageiros, conforme a informação obtida pelo sistema sonoro.

MEIA VOLTA NA PISTA

Na sala de embarque, depois de cerca de 40 minutos de espera, somos chamados a embarcar. Começa-se o rasgar do talão de embarque e a saída pela porta, caminhada na pista, com direcção a uma Boeing ou Air Bus (confesso não saber) da companhia aérea CAIMA, supostamente alugado pela TACV para efectuar o respectivo voo, na medida em que havia impossibilidade de um dos Boeings nacionais operar, e o outro teria acabado de sair com destino a Boston. Depois de já na pista, somos chamados a regressar a sala de embarque, porque segundo uma assistente, o avião ainda não estava preparado e teria havido erro nas comunicações entre o referido aparelho e o pessoal de terra. Isto tudo por volta das 16h, sensivelmente.

VOO LISBOA
AEROPORTO DE MINDELO NÃO RECEBE VOOS À NOITE ou
BLOQUEIO DA ASA POR FALTA DE PAGAMENTO

Depois de esperar mais 1 hora, denota-se de que o referido Boeing estava a retirar as malas que se teria já colocado dentro. Não percebemos o porquê nem ninguém vinha falar connosco sobre o nosso voo, a que horas ia se realizar, se se ia realizar ou não. Blackout total. Para nosso espanto, inicia-se uma informação sonora anunciando que apenas os passageiros de Lisboa deveriam seguir viagem, para os restantes cujo destino é Mindelo nenhuma informação do quê, porquê nem quando viajariam. Estava já próximo das 18h quando os passageiros de Lisboa embarcaram. Segundo alguns curiosos teria sido o facto de Mindelo não poder receber um avião daquela estirpe depois das 19h que estaria na origem da decisão de fazer viajar apenas os passageiros de Lisboa, de forma directa, sem passar por Mindelo. Da TACV ninguém assistia os passageiros nem informava o que se passava. O que é certo é que todos os passageiros de Lisboa entraram no avião para deslocar rumo a Lisboa. Todavia, cerca de 15 minutos depois começavam a ser postos fora do avião, com informação de que o voo Lisboa teria sido cancelado. Todos foram colocados numa camioneta e dirigidos a instalações hoteleiras da capital. Outros diziam que afinal agora a questão seria falta de pagamento a ASA que levou a que este voo não se efectuasse.

MUDANÇA DE TURNO

Para além de não ter havido informações às pessoas que tinham destino Mindelo, mantiveram-se todos na sala de embarque como se o Voo estivesse a ser operacionalizado, sendo questões de momentos, já que não havia informações nem assistência da TACV. Antes mesmo do incidente Lisboa, eu dirigi-me a supervisão pedindo informações. A resposta que obtive, eram cerca de 18h00, é de que a supervisão que lá se encontrava tinha acabado de entrar sem encontrar nenhuma informação de atraso de voos e sem saber ao que eu me referia. Todavia, tendo eu reclamado alimentação e chamada telefónica, a mesma foi muito generosa e simpática, e sem saber da situação, segundo ela, pegando do talão de voucher e me passando um direito a 400 escudos de Lanche a ser consumido no bar do aeroporto. Quando sai da sua sala encontrei com outros passageiros que me perguntaram o que se passava. Depois de ter conversado com eles e explicado o que teria feito, todos resolveram ir também buscar o voucher de alimentação. Ao que percebi, este a acabou para ser estendido a todos os passageiros.

FENÓMENO MANUEL INOCÊNCIO SOUSA
(Ministro das Infra-estruturas, Transportes e Telecomunicações)

Depois do Lanche, e da Supervisora ter dito de que o voo era uma questão de momentos, dirigi-me de novo a sala de embarque. Assim também fizeram todos os demais passageiros. De repente já por volta das 20h, apercebeu-se que se colocou um voo de ATR, PRAIA/MINDELO, VR 4023 (se eu não estiver em erro) para cerca das 21h. Parecia de que estaríamos prestes a sair para Mindelo. Para o nosso espanto começam a entrar também na sala de embarque outras pessoas que supostamente iriam viajar para Mindelo, num voo programado para esta hora. Os passageiros que estavam por viajar desde as 15h ficaram indignados por para além de não estarem a ter informação, iria haver um voo com o mesmo destino de que o atrasado, sem a natural execução da precedência de prioridade de voos. Em toda a parte do mundo, é regra, os voos para um destino, quando atrasam, atrasam todos os outros para o mesmo destino, obedecendo a prioridade e precedência de voo. Pelos vistos excepto nos TACV, que como tinha neste voo da noite, como passageiro, o senhor ministro Manuel Inocêncio Sousa, que por mero acaso é só a tutela dos TACV, não aplica esta regra, nem informa os passageiros anteriores quanto ao seu voo. Naturalmente, o descontentamento generalizou-se entre os passageiros que tinham sido obrigados a estar na sala de embarque desde às 14h00. Estes querendo exigir informação começaram alguma agitação na porta de embarque com o propósito de obter informação. A TACV sem se quer falar uma palavra para estes, chama um grupo de piquete da Policia Nacional, com mais de 14 elementos (alguns até com coletes a prova de bala) por suposto perigo dos passageiros virem a bloquear o voo do senhor ministro. Na presença da policia os passageiros explicaram que apenas pedem que a TACV lhes informe do seu voo para Mindelo, e o porquê de estar a haver agora um voo para mesmo destino. TUDO ISTO PASSADO NA PRESENÇA DO SENHOR MINISTRO MANUEL INOCÊNCIO SOUSA, CUJO SEU COMPORTAMENTO FOI PASSEAR DE UM LADO PARA OUTRO, COM AS MÃOS NOS BOLSOS, ENQUANTO TODA A ALGAZARRA SE PASSAVA. Depois dos passageiros cansarem de se fazer explicar que apenas queria informações, limitaram-se a se recolher num canto e bater palmas para aquele voo que se ia realizar com o senhor ministro. Quando este passava pela porta de embarque recebia palmas e menção: INOCÊNCIO! INOCÊNCIO! INOCÊNCIO!

MEIA VOLTA NO AR

Depois da confusão e partida do voo do senhor ministro, os passageiros que eram supostos viajarem desde às 15h eram encaminhados a fazer novo check in, cuja hora do voo, desta feita, se indicou vir a ser 00h00. Dez minutos depois, mudam a hora para 00h40. Mais dez minutos passados, fica-se a saber de que o voo do senhor ministro tinha voltado para trás por avaria. JUSTIÇA SEJA FEITA! DEUS TÉM! Eram as palavras de entre os passageiros estafados.

DESFECHO

Importa dizer de que viajava com destino a S. Vicente, NO VOO VR 6021, TURISTAS FRANCESES, AMERICANOS E ESPANHÓIS, EMIGRANTES EM FÉRIAS A CABO VERDE, EMPRESÁRIOS, EXECUTIVOS E VÁRIOS OUTROS CIDADÃOS DESTE PAÍS. Depois do incidente do regresso, acabam por informar a todos, já às 23h de que os voos tinham sido todos cancelados. Mandam todos recolher suas malas e aguardar lá fora. Todos o fazem, o aguardar lá fora demora 1 hora sem ninguém dos TACV. Depois um funcionário dos TACV aparece numa camioneta que começa a escoar o pessoal para residenciais e pensões da cidade para dormir, pois o regresso talvez seria de manhã por volta das 09h30. Perguntado ao funcionário e refeição, não podemos ter? a resposta foi: Eu a mim só me mandaram vos alojar, a alimentação não foi referido e não me compete. Assim se seguiu alguns, principalmente nacionais residentes e originários da Praia (curioso porque a casa deles é ao lado), OUTROS, COMO TURISTAS: FRANCESES, PORTUGUESES E ESPANHÓIS FICARAM NO AEROPORTO, POIS PREFERIRAM DORMIR NO CHÃO DO QUE IR PARA UMA PENSÃO AEROLINES E OUTRAS SIMILARES.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

RUANDA versus CABO VERDE


O relatório do Doing Business, que avalia e compara o ambiente para se fazer negócios nos diferentes países mostrou RUANDA, isso mesmo, RUANDA, o país que viveu um dos maiores Genocídios da história em 1990 (CABO VERDE vivia a abertura política e a Democracia), como aquele cujas melhorias nos seus sistemas mais evolui.

RUANDA saltou de uma posição de 143º lugar para 67º (CABO VERDE de 147 para 146). Este resultado é ainda mais espantoso por estarmos a falar de um país cujo em termos de IDH ocupa 167º em 182 lugares possíveis (CABO VERDE 121º), ou seja, dos piores no mundo em matéria de índice de desenvolvimento humano. Não obstante, este mesmo país conta com um PIBperCapita de apenas 900 dólares americanos (CABO VERDE 3.400), ocupando a posição 216 em 227 país mundiais (CABO VERDE 160). Mais uma vez dos piores em termos de riqueza gerada.

As perguntas que se impõem:
COMO É POSSÍVEL!?
E NÓS? TEMOS INTERESSES EM MELHORAR?
PARA QUÊ QUE SE MELHORA O AMBIENTE DE NEGÓCIOS!?

Começando da última para a primeira pergunta. O ambiente de negócios é determinante para a credibilidade e confiança dos investidores em determinado país o que lhe conduz a localizar o seu negócio naqueles cujas regras e garantias são melhores para a sua actuação. Uma vez criada um tecido empresarial de qualidade e produtivo, este é que tem como consequência a melhoria das condições de vida das populações e o consequente BEM-ESTAR.

CABO VERDE diz que sim, e está altamente engajado em melhorar a sua competitividade (BEM-ESTAR). Prova disso é nós termos mesmo um Ministério cujo seu papel central é a Reforma do Estado cujos propósitos estão essencialmente estribados na melhoria do ambiente de negócio como forma de atrair e fixar investimentos para o consequente e resultado último proporcionar o BEM-ESTAR ao país.

A situação RUANDA só é possível porque o país está a reformar-se com mais coragem e dedicação do que nós. Prova disso é que em menos de duas décadas atrás, quase um milhão de pessoas foram massacradas em Ruanda em 100 dias. Hoje a actual posição do país em círculos de negócio global é deslumbrante. Promover o espírito empresarial tem sido um elemento-chave da agenda do Presidente Paul Kagame para a nação. Em 2001 ele lançou o Rwanda National Innovation and Competitiveness initiative (uma espécie da nossa ADEI), que, de entre outros esforços, desenvolveu a “national coffee strategy”. O propósito foi uma orientação de mercado ao que têm de melhor, o café, através da construção da “Rwandan Bourbon Specialty Coffee brand”. Ou seja uma Marca. Com a ajuda de consultores, sérios investimentos, em torno de 100 milhões de dólares americanos, parcerias entre institutos agrícolas em Ruanda e universidades de renome mundial, como é o caso da Michigan State University e a Texas A & M, RUANDA trabalhou para ligar os produtores locais aos compradores mundiais e principalmente os da E.U. que são grandes apreciadores e consumidores.

Neste momento, da lista do Banco Mundial, Ruanda catapultou para fora do bairro do Haiti, Libéria e da Cisjordânia e Gaza, e rumou a grupo de países como a Itália, passando mesmo a a República Checa, Turquia e Polónia, em matéria de ambiente de negócios. A título de exemplo, num dos sub índices do Doing Business, que é a Facilidade de Abrir um Novo Negócio, Ruanda ocupa o 11º lugar no ranking mundial (CABO VERDE 136º). Publicações da Harvard University dizem-nos de que se pode cheira os sinais da revolução dos negócios em Ruanda. Uma das provas mais palpáveis e que surpreende positivamente é de que a poucos passos de distância do café de Ruanda, pode-se encontrar peixe fresco do Chile, que hoje ocupa a segunda posição em matéria de qualidade, sendo ultrapassado apenas pela Noruega como fornecedor de salmão. E ao virar da esquina do mercado Costco existem Farmácias que vendem medicamentos genéricos da marca ACTAVIS que é só a maior marca do mundo, que mais tem crescido, em matéria de fornecimento de genéricos. O PIB de RUANDA quadruplicou nestes últimos anos e desde 1995. Em conjunto com Chile, Israel, Islândia são hoje exemplos de terrenos férteis de e para o empreendedorismo. Tudo graças em grande parte aos esforços dos seus governos.

Ciente hoje do discurso mundial quanto ao empreendedorismo, a Harvard University tem estudado o comportamento de muitos governos nesta matéria, e infelizmente constatam de que muitos governos têm tido abordagens erradas para a construção de um ecossistemas de empreendedorismo. Segundo Harvard, eles perseguem um ideal inatingível de empreendedorismo e os seus olhares para as economias são completamente enviesados quanto às melhores práticas.

É preciso de que se perceba de que a Competitividade deve atender ao seu fim último, o BEM-ESTAR. E que este BEM-ESTAR é proporcionado pela empresas e tecido privado, reservando-se o ESTADO a mera regulamentação e fiscalização.

Espero, credulamente, que chegaremos a entender isso!

domingo, 23 de maio de 2010

IDEIAS PARA REDUÇÃO DO DESEMPREGO

Tomando a nossa realidade estatística, demográfica, psicográfica e económica, torna-se irrelevante a discussão, precisa, de quanto são os desempregados e quais suas características, pois, qualquer discussão nesse sentido nos conduziria a pelo menos três conclusões consensuais:
1 O DESEMPREGO ASSUME NÚMEROS PREOCUPANTES;
2 A ECONOMIA CABOVERDEANA É INFORMAL;
3 O PAPEL DO ESTADO PRECISA DE REDEFINIÇÃO;



No meu ponto de vista, a situação actual se resume na incapacidade do poder político em compreender que tanto melhor o seu papel quanto mais claro ele se aperceber de que a regra de 180º deve ser aplicada cabalmente. Todavia, não importa agora a cobrança de responsabilidades, mas sim, perante estas conclusões, impõe-se a necessidade da procura de soluções para pôr cobro ao desemprego.

A regra de 180º é a criação de uma linha imaginária que separa o Estado da unidade produtiva, reservando-se à definição da política global, regulamentação do mercado, sua fiscalização cabal, criação de normativos legais e garantia de seus cumprimentos.



O Estado deve entender de que o seu papel é garantir que esta dinâmica funcione e proporciona qualidade de vida aos cidadão com base numa perspectiva de sustentabilidade do lado da oferta e defesa dos direitos dos consumidores. Neste contexto, a necessidade de capital por parte do Estado deve ser entendido na base de tributações a jusante e redução de custos e barreiras à entrada e instalação de empresas e negócios no território nacional. Desta forma, isto é, com a isenção de tributação aduaneira, salvo em matérias cuja exista produção nacional, redução da burocracia de registos e criação de empresas, assim como, nas transacções patrimoniais, não patrimoniais e comerciais e ainda a redução da carga de tributação fiscal das empresas, estaremos a criar condições de formalização da economia e melhoria da competitividade do país e consequente redução do desemprego, pela via da instalação de mais e melhores empresas.

A minha visão é de que definido o que se quer de cada região, deve-se estimular o investimento, quer seja nacional ou estrangeiro, oferecendo mais valias reais para maximização do retorno dos investimentos das empresas, quanto mais não seja na redução dos custos da evolvente. Regiões como Sal e Boa Vista, deverão avançar para uma zona de tax free, atendendo a evolução turística real existente, contribuindo assim para à instalação de mais e melhores unidades comerciais em complemento à actividade turística, dando emprego e aumentado a captação e circulação de divisas, pela via do estímulo ao consumo. S. Vicente, deverá oferecer isenção de impostos e outras condições de atracção de indústrias de transformação de produtos pesqueiros, agrícolas e animais, a serem extraídos e produzidos em S. Nicolau e S. Antão, com a alta capacidade de gerar emprego como são os pescados, enlatados, produção de bebidas, derivados de frutas e outros leguminosas, com o valor acrescentado da possibilidade de escoamento internacional facilitado pelo Porto Grande e seu Aeroporto Internacional. Deverá se fazer da ilha uma zona franca industrial isento de impostos para as unidades instaladas com empregabilidade mínima. O beneficio virá não só pelo emprego gerado, mais poder de compra e o consequente aumento do consumo local, assim como pela melhoria da balança de pagamentos nacional através das exportações.

O mesmo cenário se deve aplicar a ilha do Fogo, quanto ao vinho e queijo, na medida em que a ilha está a dar prova da sua capacidade produtiva.

A minha proposta de crescimento económico de Cabo Verde assenta no seguinte:


O ESTADO depois de definir as áreas de desenvolvimento de cada região, de forma integrada e global, deverá estimular a mobilização de capital para investimentos nestas indústrias e regiões, passando a exercer uma fiscalização rigorosa e combate sem tréguas à informalidade, burla, fraude e outros desprezíveis.

IDEIAS PARA REDUÇÃO DO DESEMPREGO. Sigam o debate com estes jointers:

* Ku frontalidadi
* Teatrakacia
* Cafe Margoso
* geração20j73
* Blog di Nhu Naxu
* Tempo de lobos
* Passageiro em trânsito
* Pedrabika
* O jornal da hiena
* Nos blogue
* Amilcar Tavares
* Bianda

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O PROBLEMA É SÓ O DESEMPREGO!!!

A realidade da questão, é que para uma população activa em torno de 300 Mil pessoas, temos no país cerca de 40 Mil ou 60 Mil desempregados. Estes números, independentemente da sua numeração específica, representam indivíduos em idade activa, com força e capacidades que se encontram a margem da produção interna. Assim, estes representam apenas custos a sociedade, na medida em que não contribuem para a justiça tributária e fiscal (não pagam impostos), sendo para além de meros beneficiários da contribuição dos outros, vítimas e actores, em potência, das mais variadas calamidades sociais.

Por tudo isto, por favor, parem com os discursos políticos, demagógicos, medíocres, irrelevantes e não construtivos, para que nos concentremos sim na procura de soluções de empregabilidade e desenvolvimento integral deste nosso país.



Afinal O PROBLEMA É SÓ O DESEMPREGO!!!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

CRISE GREGA

Investigadores do Ministério das Finanças, constataram que os sinais de riqueza abundam em Atenas, mas que apenas poucos milhares de Gregos, dos 11 milhões, declaram ter remunerações acima de 132 mil dólares. Por exemplo, na zona norte de Atenas, área nobre e rica, que também é conhecida pelas suas elevadas temperaturas, apenas 324 dos moradores admitem nos formulários fiscais terem piscinas próprias. Para melhor se compreender o comportamento fraudulento dos Gregos, os investigadores resolveram analisar a área referida através de fotografias de satélites, para seus espantos, constataram que a mesma zona tem cerca de 16.974 piscinas, contra as apenas 324 declaradas.

Ao que parece, a Grécia é um país típico de normal sonegação de impostos, chegando mesmo a ser um modo de vida esconder os activos do regime fiscal. É estimado a fuga ao fisco em cerca de 30 biliões de dólares por ano.

Para além da fuga existe ainda um outro fenómeno na Grécia, o chamado "fakelaki", nome em Grego para pequeno envelope. Pois, neste país o suborno aos funcionários do governo e “graxa” à burocracia é tão normal que as pessoas conhecem já as suas taxas.

A “batota” é tão grande na Grécia, que médicos com escritórios num bairro chamado de Kolonaki, Atenas moderna, onde lojas da Prada e Chanel podem ser encontradas aos molhos, costumam declarar remunerações inferiores a 40.000 dólares e muitos mesmo abaixo de 13.300 dólares, que é o limite para lhe isentar de tributações.

Segundo o New York Times, a riqueza Grega está em toda parte, menos nos formulários fiscais.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

meu modelo de desenvolvimento de CABO VERDE

Eu confesso que fico parvo quando oiço discussões de “palhaçada” com relação a Cabo Verde, que por burrice, recalcamentos e complexos mal resolvidos, persistem num regionalismo hipócrita, medíocre e doentio.

Querendo me demarcar dos demais, que a carapuça servir, cá vai a minha proposta, que presumo natural, de desenvolvimento do meu País: CABO VERDE:



Aos que tiverem outros modelos, equilibrados e que abranja o território todo, sejam bem-vindos, porque é na diferença de opinião (quando construtivas) que o mundo evolui.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Minutos de Silêncio

Música objecto de auto-sensura por parte das Rádios nacionais, tudo porque a mesma começa com a intervenção do Ministro da Administração Interna da quando da morte de um jovem em confrontos com a polícia...




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