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segunda-feira, 12 de julho de 2010

(...) último Post

Afinal a vida é mesmo assim, lamentavelmente, suspendo o meu Blog e deixo de publicar por quanto tempo, nem eu sei ao certo... todavia, todas as publicações ficam cá para todos os que quiserem aceder... Obrigado a todos, bem haja!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

(...)

...) decidi não mais falar sobre o Logo e ou a Marca Cabo Verde, na blogosfera. Acho que já fui claro sobre o que pretendo. Por respeito e dignidade que acho que todos merecemos, desde o Autor Rafael Fernandes, às Entidades envolvidas, assim como Eu, Tu e outros, anónimos ou não, penso que já chega. Obrigado, a todos por suas opiniões, questões, pertinentes ou não, correctas ou incorrectas.

Bem haja!

Homofobia

homofóbico (homofobia + -ico) adj. 1. Que é relativo a ou revela homofobia. s. m. 2. Pessoa que revela atitudes ou actos de homofobia. A homofobia (homo=igual, fobia=do Grego φόβος "medo"), é um termo utilizado para identificar o ódio, a aversão ou discriminação de uma pessoa contra homossexuais e, consequentemente, contra a homossexualidade, e que pode incluir formas subtis, silenciosas e insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.

Senhora CATARINA PININA escreveu no BLOG café margoso de que a petição é homofóbica. Primeiro chamo-lhe a atenção: A Senhora não me conhece de lado nenhum para saber das minhas fobias, desagrados, discriminações e complexos. Por acaso, posso ser homossexual e escrever exactamente o que escrevi na petição. Isto é, falei de que um Logo deve evitar todas as conotações e denotações desnecessárias com relação ao seu propósito, independentemente de ser bandeira de “macho mens” ou de “homossexuais”. Segundo: Permita-me lhe esclarecer de que o complexo é algo bivalente. Posso ser complexado se tiver manifestações de desrespeito para com uma orientação sexual diferente da minha ou também posso ser complexado se fizer do assunto tabu, em que não se refere a uma orientação sexual para não denunciar algo contra ou a favor. Ou pelo menos evitar qualquer tipo de confusões. Minha Senhora, tenho amigos com todo o tipo de orientação sexual que pode imaginar. Sou um Homem que para além de não ter complexos face a nenhuma orientação sexual, também não tenho complexo em identificar nada referente a qualquer um deles. A questão é que existe uma Bandeira cujas cores são iguais ou denotam outras. Independentemente do que forem essas bandeiras, identificá-las em nada mostra homofobia ou outra qualquer fobia.

O SALIM, pessoa que conheço pessoalmente e respeito imenso pelo carácter que aparenta e qualidade técnica do seu trabalho, disse nos seus comentários do BLOG criado pelo autor do logo, de que eu falei em Plágios e de que a petição faz ligação ao turismo gay, por isso discorda. Muito bem, é legítimas as suas posições e discordâncias. A minha escrita na petição é clara e frontal: denota possibilidades de plágio. Cada um vê as coisas pelo anglo que lhe couber e têm daí suas posições. As minhas tenho procurado que sejam claras e precisas sobre o que penso.

Meus senhores, por favor, não lêem mais do que está escrito, não tirem conclusões se não conhecem as pessoas.

Marca Cabo Verde

Sei que muitos dos que têm se dirigido a mim e falado ao meu respeito não me conhecem. Não tenho intenções em falar de mim para ninguém, mas, neste capitulo específico de MARCA PAÍS, no caso CABO VERDE, permitam-me esclarecer-vos de que estudo, publico e professo palestras a anos sobre esta matéria. Arisco a dizer que mesmo em Portugal tenha feito parte dos pioneiros a trabalhar este tema. Em CABO VERDE, garanto de que não há ninguém, repito com toda frontalidade: ninguém, que tenha começado a abordar este tema, publicamente, antes de mim. Não conheço publicações nem outras acções anteriores às minhas. Se alguém me as apresentar, retiro esta afirmação. Agora, Eu, Emílio Fernandes Rodrigues, Marketeer de Formação Superior, desde 2002 que venho publicando e falando em palestras sobre este tema. Portanto já lá vão 8 anos.

2 de Abril 2002 - no INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS Portugal: MARCA-PAÍS ABORDAGEM SISTEMATIZADA PARA O REFORÇO DA IDENTIDADE DOS PAÍSES DA CPLP. Apresentação construída e orquestrada em Conjunto com o Mestre Duarte Xara-Brasil (Professor de Marketing e Gestão Estratégica no Instituto Politécnico de Setúbal) no 1.º CONGRESSO INTERNACIONAL LUSOFONIA Identidades e Culturas Nacionais;

5 de Junho 2003 - Publicação na Revista ITINERÁRIOS do CENTRO DE ESTUDOS SUPERIOR - EDUCAÇÃO E SOCIEDADE - CESUPE da mesma Escola;

26 de Abril 2007 - na UNIVERSIDADE PIAGET, na Praia, CABO VERDE. Também com o Mestre Duarte Xara-Brasil, apresentamos: A Marca-País: o caso Cabo Verde;

18 Outubro 2007 - no Jornal Asemana online: http://asemana.sapo.cv/spip.php?article26888# escrevi: Marca Cabo Verde - Desenvolvimento e Competitividade Nacional;

Desde 2008 - que publico no meu Blog sobre esta matéria de criação de Marca Cabo Verde;

Agosto 2009 a Agosto 2010- fui DIRECTOR DO GABINETE DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM DO GOVERNO DE CABO VERDE (contracto de Gestão rescindido por minha iniciativa pessoal, pois, o interesse do Governo era que continuasse), tendo deixando dentro Planos de Criação de MARCA CABO VERDE e outros, apresentado por mim próprio a todos os Membros do Governo, em Conselho de Ministro e ainda em particular ao então Ministério da Economia.

Não precisava dizer tudo isto, eu sei, mas, serve este Post apenas para dizer que não publico mais comentários anónimos que não sejam pertinentes e com os quais se possa aprender alguma coisa. Sim porque não quero ser o dono da verdade, mas sim confrontar com outras opiniões, aprender e evoluir como profissional.

BEM HAJA!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Brand & branding

O ser Humano é engraçado. Sonhamos de pequenos com algo. Ensinam-nos desde a pré-primária que cada um deve escolher uma profissão. Fazemos as nossas escolhas e decidimos, ou outras vezes é a vida que nos obriga a seguir determinado caminho.

Uma vez uma psicóloga disse-me que o problema das escolhas não é o que escolhemos mas sim o que não escolhemos por termos escolhido outras. Ela está certa. Todavia a melhor forma de lidar com frustrações é a aceitação da realidade. Por isso, ninguém lança concurso publico para solucionar um problema médico, pois se lhe reconhece a especialidade aos que estudaram e continuam a estudar a medicina e ciência, como os capazes. Isto porque se não for assim, alguém pode até chegara cura de algo, mas poderá ser que está cura de algo possa matar por outra razão.

Para dizer que eu não percebo nada nem de Medicina nem de Engenharia nem de uma série de outras áreas. Todavia de Marcas e Marketing percebo e não tenho qualquer complexo nem falsa modéstia de em dizer que sou qualificado no que escolhi e continuo escolhendo para mim.

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logótipo MARCA CABO VERDE

ESCLARECIMENTOS QUE SE IMPÕEM:

Primeiro: não faço parte nem nunca fiz parte de nenhum concurso semelhante.
Segundo: nunca, em momento algum dos meus posts falei do Autor nem da Direcção Geral do Turismo.
Terceiro: critiquei e continuo a criticar sim o Logótipo apresentado, independentemente de autor, dono, processo e qualquer outra questão acessória.

Por último, sou profissional suficiente, com experiência nacional e internacional, para dizer que, na minha opinião, o Logo criado para a Marca Cabo Verde não cumpre a máxima de identificação e diferenciação, isto é, identificar a oferta turística caboverdeana de forma a diferenciá-lo da restante. Porque este Logo, apresenta um espectro de cores com utilização esgotada e em uso por mais de cinco países distintos (Andaluzia, México, Caribean, Taiwan e ainda pelo Algarve(Portugal)2010). Por outro lado, a sobreposição de limites geográfico é literalmente conceito e eixo de comunicação do Brasil enquanto destino Turístico, enquanto a sobreposição da escrita das letras não tem originalidade na medida é que é conceito da TAP e outras marcas internacionais. Não menos importante na construção de um logo é a sua dissociação e inibição de denotações ou conotações desnecessárias, o que este espectro visual, no meu entender claramente o têm.

Já recebi mensagens de ameaça, já recebi comentários me chamando nomes, e muitas outros deploráveis. Tudo isto por estar aqui a dar a minha opinião sobre algo público. Lamento se alguém se sente ofendido com os meus posts.

O meu post e comentário prende-se com o facto de que se CABO VERDE quiser diferenciar-se do mundo como uma oferta genuína e autêntica muito dificilmente se conseguirá com este logo. Mais, se o dispormos no conjunto dos logos referidos acima, ele não só perde força, diluindo-se nos demais, como ainda fica aquém da qualidade dos outros, que foram construídos respeitando os princípios e normativos gráficos.

Aos Anónimos do mundo, ganhem coragem, não sejam meras ratazanas na vida. Digam o que pensam frontalmente, pois, é na confrontação e discussão que o mundo nasce e renasce todos os dias. Quando se dirigem a mim, tenham sempre em mente a frase que ostento no meu Blog: “A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.” Bernard Shaw

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Petição por um Logo Marca único e genuíno

Por favor, encontrem no link uma petição pública, por um Logo Marca único e genuíno. Quem concordar, por favor assine-a:

http://www.petitiononline.com/mcv2010/petition.html

LOGO MARCA CABO VERDE

O único objectivo da criação de um logo é a representação física dos valores e atributos da marca. Esta representação física deverá ter em conta não só a dimensão endógena da marca como o contexto de sua actuação, por exemplo na diferenciação clara da concorrência assim como mitigação dos riscos de conotação e denotação possíveis dos seus espectros visuais. Por isso, quem estuda esta área tem que dominar cadeiras como Semiologia e Semiótica para que erros primários e fatais no futuro possam ser reduzidos ao mínimo possível. Se repararem no quadro abaixo, facilmente se vê de que a disposição das cores está esgotada. Por isso dificilmente este logo terá pujança e capacidade de diferenciação.

Por favor respeitem os profissionais da área.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

MARCA CABO VERDE

Na minha opinião, pessoal, enquanto profissional do Marketing, penso que o logo não é o mais acertado. Pois, a oferta Turística de Cabo verde tem uma vantagem natural que poucos destinos no mundo o podiam competir: a diversidade, natural e genuína de cada ilha. Neste sentido, qualquer construção de Marca só pode assumir dois caminhos possíveis: ou individualizados por cada região com espectro visual próprio e intrínseco a sua oferta e vantagem comparativa; ou a disposição em Umbrela: Marca Cabo Verde, sobre o qual se construiria as gamas e ofertas diferenciadas sobre um espectro de reconhecimento e identidade comum.

Deixo a título de curiosidade outros logos de regiões e destinos turísticos pelo mundo:






logotipo MARCA CABO VERDE


Um Marca, como o próprio nome esclarece, nasce para distinguir ou marcar uma criação ou propriedade. As referências mais antigas remontam à Grécia Antiga e à Idade Média, mas a sua afirmação dá-se no século XIX, depois da Primeira Revolução Industrial. Independentemente destas fases e suas importâncias, o que é certo é que esta necessidade de denominação de origem é maior com a intenção de capitalizar uma reputação de qualidade e promover a distinção dos imitadores.

Modéstia a parte, permitam-me dizer que entre nós Marketeer, teóricos e experts em Marca, é consensual que o desenvolvimento decisivo da marca como um fenómeno económico e sociológico universal só se produziu realmente com a Segunda Revolução Industrial, em meados do século XX. A produção em série e a macro-distribuição deram o impulso definitivo, criando novas regras. Por outro lado, a liberdade de actuação e concorrência instalada, levou a que oficinas fossem definitivamente substituídas pelas fábrica e a que a qualidade vingasse como uma premissa desejada e aceite por todos. A comunicação social e os mass media, assim como os transporte desenvolveram-se a larga escala, havendo especialização e verdadeiros boom's publicitários.

É perante tudo isto, que aos negócios, instituições e países, não restarão outras alternativas senão recorrerem a mecanismos que os identificassem e diferenciassem, de forma eficaz e duradoura. Tudo para que a sua oferta atraia e fidelize os seus consumidores.

Meus Senhores, a partir de aqui a Marca deixou de ser vista apenas como o símbolo visual ou gráfico de denominação de origem, para passar a ser todo um sistema que gira em redor do produto, dotado de complexidade científica, sociológica, económica e cultural.

Se a Direcção Geral do Turismo me permitir um conselho: rodeiem-se de profissionais qualificados, evitam demagogias sociais (concursos públicos abertos à sociedade), mobilizem a esfera pública e privado e definam o nosso prisma.